quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Resolvi que iria dar um tempo. Não queria mais vê-lo durante um tempo. Queria avaliar o meu real interesse por você. Passei o resto da semana me esquivando de encontrar você. Chegava sempre depois da Sandrinha e saía antes dela, só para não ficar sozinha no escritório e correr o risco de você passar por lá. Ela percebeu que eu estava diferente, mais calada. E perguntou se era algo relacionado com o rapaz que havia me procurado, no dia seguinte que levei o vasinho para o escritório. Que rapaz? Não estava sabendo de nada.
Ela contou que estava se preparando para ir embora, quando o rapaz apareceu e perguntou por mim. Ela disse que eu havia saído um pouco mais cedo e, se ele quisesse deixar algum recado, ela daria no dia seguinte, pela manhã. Ele agradeceu, disse que falaria comigo depois, não era nada urgente e, para ela, não falar nada que ele estivera lá. Por quê? Ela nem sabia o nome dele! Como falaria ou não? Não quiz saber. No final de semana, fui para o interior com a família. Aniversário de um tio, churrasco, piscina, primos. Não queria pensar em nada.

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